Trabalhando a eterna confusão
No início da década de 1950, R.G. LeTourneau e três ou tros homens voavam em um pequeno avião perto dos Andes. O tamanho daqueles homens em comparação à potência da aeronave, em breve se mostraria superior. Pouco depois da decolagem, o motor do aparelho falhou, precipitado-o para dentro de um rio de águas bravias em plena selva. Ao bater na água, o avião virou e começou a afundar. Os qua tro homens conseguiram abandoná-lo, mas tiveram proble mas na luta contra a violência da água. Após alguns minutos exaustivos, durante os quais tentaram vencer a correnteza para chegar à margem, um dos homens, enfraquecido demais, desistiu e deixou-se levar. Para sua surpresa, sentiu os pés baterem no leito do rio, a menos de um metro de profundida de. No mesmo instante levantou e gritou para que os compa nheiros parassem de lutar e ficassem de pé. Um pouco enver gonhados, mas com certeza sentindo um enorme alívio, os quatro caminharam para a segurança da margem.
Essa história verídica tem uma aplicação direta na vida estressante que todos levamos. Muitos se sentem prestes a ter um colapso, lutando contra as correntezas da vida. Acontece que ainda não percebemos a possibilidade de nos colocarmos de pé e sairmos andando.
A mente em processo de renovação pela Palavra de Deus é capaz de ver a vida com outros olhos. Aquilo que alguns defi nem como pressão insuportável, outros, dotados de uma nova mentalidade, enxergam como oportunidade para confiar no Deus onipotente.